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	<title>Arquivo de Reflexão - follow the sun</title>
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	<description>joão amorim &#124; portugal</description>
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	<title>Arquivo de Reflexão - follow the sun</title>
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		<title>Ayahuasca – Planta Medicinal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 May 2016 11:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ayahuasca]]></category>
		<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ayahuasca é uma palavra que se ouve quase todos os dias por esta zona do planeta. É uma bebida psicoactiva feita a partir da combinação de uma série de plantas da selva Amazónica e utilizada há cerca de 5 mil anos pelas tribos indígenas. Apesar dos efeitos alucinogénicos que esta bebida tem, a Ayahuasca é [...]</p>
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<p>Ayahuasca é uma palavra que se ouve quase todos os dias por esta zona do planeta. É uma bebida psicoactiva feita a partir da combinação de uma série de plantas da selva Amazónica e utilizada há cerca de 5 mil anos pelas tribos indígenas. Apesar dos efeitos alucinogénicos que esta bebida tem, a Ayahuasca é muito mais do que isso, e há quem não aceite essa definição mas sim a de&nbsp;enteógeno&nbsp;(grego en- = dentro/interno, -theo- = deus/divindade, -genos = gerador) ou seja, acreditam que a Ayahuasca é geradora de uma divindade interna! As tribos indígenas amazónicas utilizam a Ayahuasca&nbsp;em cerimónias/rituais específicos e contextualizados, que acreditam terem efeitos curativos e medicinais. Daí a definição de Ayahuasca como&nbsp;planta medicinal. O efeito físico e psicológico desta planta é altamente complexo: é desintoxicaste do sistema digestivo (um dos desintoxicastes mais poderosos) mas também, devido à presença de DMT em quantidades superiores ao normal, provoca alucinações a vários níveis, dependendo da pessoa e da dose tomada.</p>

  
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<p class="p1"><span class="s1">Temos ouvido muitas histórias sobre os efeitos desta medicina (vamos chamar-lhe assim), muitas delas libertadores e bonitas, mas muitas delas alucinantes e assustadoras. A verdade é que, de um modo geral, todas as pessoas que conhecemos são pessoas com uma consciência enorme sobre o seu lugar no mundo e sobre a sua espiritualidade. Aquilo que temos aprendido é que estas experiências, quando guiadas por um bom Mestre, podem ser extremamente enriquecedoras e de reencontro do ser humano com uma coisa que há muito tempo tem vindo a perder:&nbsp;a sua espiritualidade. A verdade é que, apesar de ficar encantado com todas as historias que ouço, e de respeitar muito a religião e a espiritualidade destas tribos, não fico convencido, por muitas razões.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Como qualquer substancia psicoactiva, a Ayahuasca faz-nos sentir o mundo de uma forma diferente, mais consciente, talvez, ou será mais distorcida? Acredito que para um indígena, que cresce e vive no seu ambiente, a experiência com esta planta medicinal seja de facto real, porque não tem expectativas e,&nbsp;muito menos, medos. Pelo contrário, acredito que para um ocidental vai ser simplesmente uma projecção do seu subconsciente, das suas experiências, dos seus medos, dos seus objectivos (maior parte das vezes). Pode ser muito libertador, quando estamos prontos para enfrentar os medos todos de uma vez, ou quando precisamos mesmo daquele impulso para seguir os nossos sonhos. Ou algo muito perigoso, porque, se for o caso, também nos vai prender à nossa própria realidade distorcida, às nossas crenças, à nossa versão da realidade,&nbsp;ao nosso ego. Claro que no primeiro caso será uma boa experiência e no segundo não, mas focando-nos no primeiro exemplo, acho que no fundo é uma experiência completamente escusada, porque qualquer ser humano é capaz de chegar a todas as conclusões que necessita por si próprio, e não será isso muito mais valioso?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">E nós já conhecemos as duas versões. Conhecemos uma rapariga no Peru, super amorosa, que estava ansiosa pela sua experiência com a Ayahuasca. Uns meses mais tarde lá a fez e escreveu tudo sobre ela, e eu cheio de curiosidade claro que fui ler. Essa nossa amiga, durante uma das cerimónias, percebeu que de facto estava mesmo apaixonada pelo rapaz que tinha conhecido uns dias atrás e que este era o homem da sua vida… algo super valioso, deve ter sido uma experiência incrível, cheia de amor, mas que acho que não é necessário que seja uma planta a dizer-nos, certo?! E ainda mais intenso que isto, reviveu um sonho que tinha tido há um ano atrás, um sonho que lhe disse que ela era uma enviada de uma civilização Alien, civilização que desde há muitos milhões de anos para cá envia, através da consciência, sementes de luz para certos seres humanos, para que sejam curandeiros e seres iluminados no meio das sociedades onde vivem. Ela confirmou com esta experiência o desejo que já crescia dentro dela de aprender como curar pessoas doentes, e esta cerimónia foi a força que faltava para ela iniciar o seu processo de aprendizagem! Deve ter sido uma experiência maravilhosa, mas talvez escusada, na minha opinião, e um bocado assustadora, porque é uma experiência que te faz acreditar com tanta força nas tuas próprias alucinações, que acho que te faz perder aquela dose&nbsp;saudável&nbsp;de duvida constante:&nbsp;será que eu sou um pouco maluco?</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Há uns dias atrás conhecemos a versão contrária, a versão perigosa, doentia, assustadora, louca, perversa e, pior que tudo, maléfica. Conhecemos um rapaz Russo, que estava no nosso hostel, e por mero acaso iniciamos uma conversa sobre este tema. É claro que ao lerem isto que estou a escrever, podem pensar: “este gajo também pensa que sabe tudo!” Pois mas não acho, e acreditem que quando falo disto com alguém tento ao máximo esvaziar-me de preconceitos e aprender o que tenho a aprender, mas a minha opinião não deixa de ser a minha opinião e é necessário que a dê. E falando com este rapaz foi o que fiz, dei a minha opinião, sempre dizendo que era só a minha opinião, gostava de ouvir a dele, porque o que queria era aprender:&nbsp;estava completamente 100 % disposto a ouvir o que ele me tinha para dizer! E esse foi o meu erro de certa forma, porque só já um pouco tarde me apercebi da sua loucura. A história começou com eu a contar que tínhamos conhecido um rapaz em Quito que há três anos que fazia este tipo de rituais, que nos disse que viajar 2 semanas não é o mesmo que viajar 3 anos, o que é uma grande verdade!! Outra grande verdade é que ele agora é esquizofrénico… o cérebro, por muito espiritual que a experiência seja, é um orgão, e a Ayahuasca é um alucinogénico, quer queiram chamar-lhe isso ou algo diferente. É claro que ele usou o típico argumento de que se é da natureza não pode ser uma coisa má, não pode ter sido a Ayahuasca a criar isso, e não é necessário ter medo! O tipo de argumento que me apetece responder: “Sabes que a merda de cão também é natureza? Que as cobras venenosas matam? Que os cogumelos venenosos também?” A verdade é que não disse nada disso e continuei a ouvir. Quanto mais questionava, mais fixamente ele olhava, mas eu estava na boa, queria era ouvir coisas diferentes do que aquilo que ouço de mim próprio todos os dias. E continuamos a falar, até que ele disse uma coisa que não fazia sentido com tudo o resto que estava a dizer: disse que se eu deixasse passar a experiência de fazer Ayahuasca, o meu espírito/alma nunca mais me ia perdoar. E isso para mim não fazia sentido, tudo é uma aprendizagem, tudo é um caminho, e tudo faz parte, e há sempre a possibilidade de fazer, e o não fazer também é fazer alguma coisa. E a verdade é que ele próprio percebeu a sua incoerência, porque quando eu lhe disse isto, o seu olhar ficou mais penetrante&nbsp;e&nbsp;o corpo super&nbsp;tenso, mas eu continuei sem me aperceber. De&nbsp;um momento para o outro começou a falar como um pássaro, sempre a olhar para mim fixamente, durante 5 minutos, e no final disse que eu “continuava a focar-me nas suas palavras e não no que ele estava a dizer, que poderia falar como um pássaro, e eu se quisesse poderia perceber precisamente o que eles estava a dizer sem que ele dissesse uma única palavra”. Ok, percebi que ele percebeu a sua incoerência, e não reagiu bem, mas lá continuei eu na boa a falar com ele, sem perceber o quão agressiva na realidade tinha sido a sua atitude, e enquanto ele olhava para mim, olhava eu para ele, ainda 100 % disposto a ouvir o que ele tinha a dizer, mesmo que fosse em passarês! Nesta altura a Tamára só pensava “O que estás a fazer?!”. E então continuei eu a dizer que, apesar de tudo, mesmo não tenho tido nenhuma experiência com Ayahuasca e não querendo ter, aquilo que eu aprendi no Peru, aquilo que eu aprendi sobre a cultura indígena, com o simples facto de conhecer a existência desta planta, desta forma diferente de ver as coisas, despertou algo em mim que se calhar é o mesmo esse o “conhecimento” transmitido pelas experiências cerimoniais com essa planta: despertou em mim a consciência de uma parte da minha espiritualidade com a qual eu não estava familiarizado, ou pelo menos não dava importância, esta que tenho e sempre tive (e que todos temos!!!) com a Terra, com o Sol, com os Rios… com a Natureza! E estava super feliz com isto! E ele riu-se… “também está feliz”, pensei eu! Mas não… era um riso sarcástico. Disse-me que eu estava a mentir, que ele sabia, e que o espírito dos Mestres Ancestrais de Ayahuasca, que estavam presentes através dele, também sabiam! E ficou a olhar para mim, para em desafiar, e eu como não estava a mentir, fiquei a olhar para ele. E só agora, só nesta altura, meia hora depois, é que eu me apercebi do quão distorcido e maléfico era aquele olhar e aquela presença! A Tamára diz que eu fiquei pálido, e acredito que sim, porque foi dos momentos mais assustadores da minha vida, porque pela primeira vez consegui ver a “madness” de um ser humano, e consegui porque deixei espaço para isso, e só aí me apercebi o quão burro tinha sido este tempo todo por continuar, depois de tudo, disposto a ouvi-lo. Mas não me deixei ficar e olhei até ele deixar de olhar, e que energia negativa!!! Nunca tinha sentido nada assim. Quando ele deixou de olhar e eu percebi que a conversa não ia a lado nenhum, terminei-a e fomos embora. E é este o perigo deste tipo de experiência com estas plantas:&nbsp;deixam o ser humano tão seguro do seu próprio ego que mesmo a loucura deixa de ser questionável, e o pior louco é que aquele que se acha um deus e não um louco!</span></p>
<p class="p2"><span class="s1">No fundo, tudo isto são experiências que fui tendo, e como disse, a derradeira experiência não a tive: não participamos em nenhuma cerimónia. Mas agora que sei mais, sei mais que não é uma coisa que queira fazer.</span></p>
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		<title>Futuro Gapper</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 10:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Futuro Gapper, &#160; Tenho a certeza que planear a tua viagem não deve estar a ser fácil… escolher, entre tantos, os países que mais queres conhecer, ver o que visitar e como lá chegar, pesquisar formas de gastar menos sem deixar de disfrutar, ignorar o “para aí não vás que é perigoso”, descobrir as coisas [...]</p>
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<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="3f83s-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3f83s-0-0"><span data-offset-key="3f83s-0-0">Futuro Gapper,</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="a6th5-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="a6th5-0-0"><span data-offset-key="a6th5-0-0">&nbsp;</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="aricq-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="aricq-0-0"><span data-offset-key="aricq-0-0">Tenho a certeza que planear a tua viagem não deve estar a ser fácil… escolher, entre tantos, os países que mais queres conhecer, ver o que visitar e como lá chegar, pesquisar formas de gastar menos sem deixar de disfrutar, ignorar o “para aí não vás que é perigoso”, descobrir as coisas maravilhosas que podes visitar sem começares a ferver de ansiedade sem saberes se a viagem vai ser mesmo concretizada… Mas sabes, o mesmo se passou connosco, e não foi fácil!!</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="6rh6-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="6rh6-0-0"><span data-offset-key="6rh6-0-0">O importante é seres ambicioso. Ignora, por enquanto, tudo o que te dizem. Fecha os olhos, respira fundo e sonha! E daí vai começar a nascer o teu plano e, se acreditares, vai nascer a tua viagem também, sem o saberes.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="5vr9n-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="5vr9n-0-0"><span data-offset-key="5vr9n-0-0">Esquece um bocadinho daquilo que achas que não és capaz, põe de lado os teus medos e receios, por agora. Limpa tudo, és uma nova pessoa que precisa de estar disposta a mudar muitas coisas para viver coisas novas, ter novos sentimentos, sentir de tantas maneiras diferentes.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="8rc0-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8rc0-0-0"><span data-offset-key="8rc0-0-0">Enjoas em viagens de autocarro? Tens viagens de 30 horas para te habituares e vais fazê-las todas as semanas. Tens medo de alturas? Quando estiveres no meio das montanhas, pendurado numa corda, pronto para fazer slide para atravessar de uma montanha para a outra, vais notar que o medo virou uma espécie de entusiasmo! Não consegues dormir no beliche de cima? Pois vais ter de dormir várias vezes. E em sítios piores. E vais estar tão entusiasmado com as aventuras do dia e com as do dia seguinte que vais dormir como um anjinho. Não gostas de comer isto e aquilo? Só gostas de certas coisas? Bem, isso era em casa, na tua rotina. Esquece! Estás num novo país, prova tudo de todas as diferentes maneiras. Prova os fritos, os doces, as saladas, as frutas, tudo o que for típico, mesmo quando é tão estranho que te parece impossível comer. Muitas surpresas vêm daí! Acredita! Vais ter saudades? Todos temos e todos conseguimos combatê-as com as novas tecnologias. E vais voltar! A tua viagem tem um prazo. Por isso, fecha os olhos, respira fundo e sonha.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="becor-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="becor-0-0"><span data-offset-key="becor-0-0">Sonha alto, sonha grande, só assim a viagem vai ser uma grande aventura. E quando começares a viagem lembra-te de várias coisas: podes começar a ouvir os conselhos e dicas das pessoas, mas a menos que sejam positivas, não ouças demasiado. Vais precisar de ter muito cuidado e atenção se quiseres que tudo corra bem mas a maioria das coisas que te vão dizer são exageradas porque os noticiários só transmitem as coisas más e é apenas isso que as pessoas conhecem dos países. E ninguém consegue andar se tiver medo do caminho.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="amhqg-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="amhqg-0-0"><span data-offset-key="amhqg-0-0">E entende que a única coisa certa da tua viagem é o voo de regresso, o “prazo de validade” da tua viagem, ou seja, sabes que vais voltar, que essa aventura vai terminar, por isso, usufrui de toda a tua jornada! Os planos mudam, as coisas não correm como imaginaste, mas geralmente são coisa boas que vêm dessas mudanças e se assim não for, trata de tornar tu essa mudança numa coisa positiva e numa história para contar. Ás vezes vai parecer mentira, vais querer esfregar os olhos e ver melhor, vais querer sentar-te e pensar em tudo o que estás a viver, vais ter vontade de continuar a ver, continuar a andar, continuar a descobrir e é aí que podes ter a certeza que estás a viver a tua viagem.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="3atu9-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="3atu9-0-0"><span data-offset-key="3atu9-0-0">E lembra-te de mais uma coisa, esta viagem está prestes a mudar a tua forma de ser. Sim, tu vais mudar! Mas não vai ser nada forçado. As experiências que vais viver vão mudar a tua forma de ver as coisas, a forma de vivê-las… vais mudar opiniões e gostos pelo caminho. Disfruta de todas estas mudanças e constrói novos pedacinhos de ti.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="81n2t-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="81n2t-0-0"><span data-offset-key="81n2t-0-0">E quando chegares? Bem, ainda não te posso falar de quando chegares, mas estou segura que vais chegar com o coração a rebentar com todas as novas experiências e alegrias e com tudo o que estás a sentir, e vais querer contar todas as tuas histórias. Afinal, é possível viajar o mundo.</span></div>
</div>
<div class="" data-block="true" data-editor="70lhq" data-offset-key="8cv1t-0-0">
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8cv1t-0-0"><span data-offset-key="8cv1t-0-0">Futuro gapper, fecha os olhos, respira fundo e vai!</span></div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8cv1t-0-0">&nbsp;</div>
</div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8cv1t-0-0">&nbsp;</div>
<div class="_1mf _1mj" data-offset-key="8cv1t-0-0">Tamára</div>
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		<title>Quando viajar é viver ao máximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 09:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos a tendência de fazer da vida uma coisa muito mais complicada do que aquilo que na realidade é.&#160;Fazendo isto, por estranho que pareça, estamos a tirar-lhe valor, a renegar aquilo que significa viver em pleno, no fundo, a tirar a devida importância à vida que temos, que é única porque, mesmo que não acredites [...]</p>
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            <a class="image-lightbox lightbox-gallery" href="https://followthesun.pt/wp-content/uploads/2020/06/P3192682-2.jpg" title="Henry Miller">            <div class="box has-hover gallery-box box-overlay dark">
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                 <p>Henry Miller</p>
              </div>
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            </a>          </div>
         </div></div>

<p><span class="fancy-underline">Temos a tendência de fazer da vida uma coisa muito mais complicada do que aquilo que na realidade é.</span>&nbsp;Fazendo isto, por estranho que pareça, estamos a tirar-lhe valor, a renegar aquilo que significa viver em pleno, no fundo, a tirar a devida importância à vida que temos, que é única porque, mesmo que não acredites que é só uma, é tua! Hoje deixamos que “viver” seja tudo aquilo que viver não é.</p>
<p>A nossa estabilidade emocional é baseada na “estabilidade” económica e material. E como nada que é material é eterno, a “estabilidade” de que corremos atrás é uma ilusão.&nbsp;Só quando procuramos aquilo que realmente perdura no tempo, o tempo deixa de ser um problema, e só quando isso acontece é que a ansiedade e o stress desaparecem. E o que perdura no tempo? A própria&nbsp;vida, o que vivemos, o que somos, o que erramos e o que aprendemos, os valores que temos, as nossas conquistas… é nisso que temos de procurar a nossa estabilidade, é isso que perdura!</p>
<p>E por isso viajar é tão importante, porque&nbsp;faz-nos deixar para trás tudo o que é material para nos focarmos naquilo que realmente importa: VIVER!</p>

  
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              <div class="box-text text-left" >
                 <p>Milan Kundera</p>
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            </div>
            </a>          </div>
         </div></div>

<p>Viajar ensina-nos muito, e talvez o maior ensinamento é em aprender a fazer da vida uma experiência positiva! A aventura que todos procuramos está precisamente aí: fazer da vida uma experiência positiva! E isso depende de nós, só de nós.</p>
<p>Mais uma vez viajar é o melhor treino: quando viajas propões-te a sair do teu lugar de conforto, à procura da aventura, do diferente, do positivo e, muitas muitas vezes, do negativo. A experiência negativa não tem de ser um assalto ou uma doença, pode ser não ter papel higiénico na casa de banho ou pagar por uma refeição horrível: tudo te desafia a destruir as barreiras que criaste, que não te permitem seres mais do que aquilo és! E tu vais quebrá-las, e vais ser mais, e vais sentir isso, e isso vai mudar a tua vida (vai mudando), e essa é a maior aventura ?</p>
<p>Mas essa aventura não está à venda, tens que encontrá-la tu, dentro de ti, só tens de ter coragem de quebrar as barreiras que criaste, e ir à procura: o mundo está à tua volta e pronto para ser (re)descoberto ?</p>
<p>Joásio</p>
<p>O conteúdo <a href="https://followthesun.pt/quando-viajar-e-viver-ao-maximo/">Quando viajar é viver ao máximo</a> aparece primeiro em <a href="https://followthesun.pt">follow the sun</a>.</p>
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		<title>Viajar é para os pobres!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2016 19:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ir à Serra da Freita visitar o miradouro da Cascata da Mizarela não é conhecer a Serra da Freita, ir ao Gerês visitar a Cascata do Arado ou a Barragem de Vilarinho da Furnas não é conhecer o Gerês, ir ao Peru para visitar Machu Picchu não é conhecer o Peru… cada vez mais as [...]</p>
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<p>Ir à Serra da Freita visitar o miradouro da Cascata da Mizarela não é conhecer a Serra da Freita, ir ao Gerês visitar a Cascata do Arado ou a Barragem de Vilarinho da Furnas não é conhecer o Gerês, ir ao Peru para visitar Machu Picchu não é conhecer o Peru… cada vez mais as pessoas conhecem o mundo pelo superficial, o que é fácil ver, o que é fácil atingir, isto porque acreditam que viajar, parar, explorar é para os “outros” que “têm tempo para isso”, ou dinheiro, ou “disposição”. Mas viajar não é para os ricos, porque os ricos, maior parte das vezes, são turistas, e isso é muito diferente de viajar, ou porque os ricos têm casas e carros e apartamento na praia e não têm “tempo”.</p>

  
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              <div class="box-text text-left" >
                 <p>No Gerês, a construir uma ponte para conseguir atravessar o rio</p>
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            </div>
            </a>          </div>
         </div></div>

<p class="p1"><span class="s1">Viajar é, precisamente, para os pobres, para aqueles que não têm carro, não têm casa, não têm emprego. Viajar é para aqueles que sabem que isso não vale de nada, para aqueles que daqui a 20 anos preferem falar sobre os países diferentes que conheceram (e estou a falar conhecer, não visitar) do que dos carros diferentes que conduziram. Viajar é para aqueles que encontram “tempo”.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Viajar exige sacrifícios. E o primeiro sacrifício é ter a coragem de quebrar este “protocolo” do “bem viver”, em benefício de nós mesmo. Viajar exige superação de desafios. E o primeiro desafio é acreditar nesse benefício, e para isso basta procurarmos dentro de nós mesmos porque a resposta está lá. Portanto, viajar é simplesmente ter a coragem de acreditarmos em nós próprios.</span></p>

  
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                 <p></p>
              </div>
            </div>
            </a>          </div>
         </div></div>

<p class="p1"><span class="s1">A viagem começa a partir do momento em que nos apercebemos destas escolhas, a partir do momento em que olhamos para o mapa pela primeira vez, a partir do momento em que poupamos o primeiro euro, a partir do momento em que nos deitamos na cama de noite, abrimos o nosso Instagram, e começamos a ver fotos dos locais que queremos visitar… viajar começa no momento em que as desculpas acabam.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mas um viajante não é um preguiçoso. Só é capaz de viajar aquele que é capaz de trabalhar pois só assim a viagem é uma busca de ti próprio e não uma fuga a ti próprio.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A ideia que o investimento material, e não o investimento pessoal, é o sustento de uma vida pessoal equilibrada é o que apodrece as nossas mentes enchendo-as de ansiedade e medo porque o mais provável é que nos apercebamos que nunca vamos ter os bens materiais suficientes para que a nossa vida seja “confortável”. Viajar é perceber que a vida é muito mais simples do que aquilo que fazemos dela.</span></p>
<p class="p1">Joásio</p>
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		<title>Saudade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2016 18:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Tamára]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre foi um assunto com o qual sabia que ia ter que lidar ao longo desta viagem. Sempre pensei que para ser viajante precisava de aprender a não sentir saudades. Precisava de apreciar estar sozinha e entender como a minha felicidade podia depender só de mim e das minhas viagens.Mesmo no início da viagem, quando [...]</p>
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<p>Sempre foi um assunto com o qual sabia que ia ter que lidar ao longo desta viagem. Sempre pensei que para ser viajante precisava de aprender a não sentir saudades. Precisava de apreciar estar sozinha e entender como a minha felicidade podia depender só de mim e das minhas viagens.<span class="text_exposed_show"><br>Mesmo no início da viagem, quando conhecia pessoas e conversava com elas ficava admirada com as histórias que me contavam. Alguns estão a viajar há meses. Outros há anos. Sem data para regressar. Ou com a intenção de regressar e preparar a próxima viagem. Planos que não acabam e uma lista infinita de países. Sonhos sem barreiras!<br>E a minha admiração era imensa. Pela coragem de partirem para a aventura. Pelo desapego do que deixam para trás. Pela necessidade de ver mais. Pela alegria de viajarem. E, sobretudo, pela subtil inveja que sentia por achar que não era capaz de desapegar e não pensar em tudo o que fica para trás.<br>Mas aprendi também nesta viagem que para ser viajante não preciso de ser desapegada. Um backpacker não é sinónimo de solidão, de desapego, de não sentir. Para viajar não preciso de não sentir saudade. Eu não deixo nada para trás. Ao invés, eu levo um bocadinho de tudo comigo e viajo com o coração tão cheio que a saudade passou a ser um sentimento maravilhoso.<br>Sentir saudade lembra-me da sorte que tenho pela minha família carinhosa e pelos amigos que ninguém substitui. Lembra-me das coisas incríveis que temos no nosso país. Sentir saudade lembra-me que tenho mil razões que sempre me vão fazer voltar!<br>Para ser viajante não preciso de ser desapegada, de não ligar à minha mãe, de não querer saber as novidades dos meus amigos… Para ser viajante só preciso de ter vontade de ir, de ver, de conhecer, de me conhecer. Preciso de ter coragem e finalmente partir. E é mesmo verdade, a vontade de continuar a viajar só cresce! E, no fim, sei que quando voltar (e de cada vez que voltar) vou ser tão feliz ?</span></p>
<p>Tamára</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Muitas vezes temos de tentar explicar aos amigos que vamos fazendo ao longo da viagem o significado da palavra “saudades”, e esta explicação está perfeita:</p>
</div>

  
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              <div class="box-text text-left" >
                 <p>Saudade</p>
              </div>
            </div>
            </a>          </div>
         </div></div>
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		<title>Simplicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[João Amorim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 22:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gap Year]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“He who would travel happily must travel light.” – Antoine de St. Estamos em Buenos Aires, em casa do Ricardo. Estávamos ansiosos por chegar cá, pelas razões óbvias, e pelas razões menos óbvias: precisávamos muito de tirar peso das mochilas e este era o sitio ideial. Voltamos a tirar tudo das mochilas, rever tudo o [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“He who would travel happily must travel light.” – Antoine de St.</p>
<p>Estamos em Buenos Aires, em casa do Ricardo. Estávamos ansiosos por chegar cá, pelas razões óbvias, e pelas razões menos óbvias: precisávamos muito de tirar peso das mochilas e este era o sitio ideial. Voltamos a tirar tudo das mochilas, rever tudo o que tinhamos, e a despachar mais uma série de coisas que achamos cada vez mais que não vão ser de forma nenhuma necessárias, ou são, pelo menos, dispensáveis.</p>
<p>Cada<span class="text_exposed_show">&nbsp;vez mais tenho a certeza que, ao contrário do que pensava, não há forma de uma pessoa se preparar para uma viagem destas, a não ser a viagem em si. Por mais simples que a nossa vida “em casa” possa ser, nada nos prepara para a simplicidade que uma viagem destas exige. Experimentem colocar numa mochila tudo o que achariam necessário levar para uma viagem de 7 meses e vão perceber: viajar, na sua própria natureza, exige simplicidade! E essa simplicidade, com o tempo, faz-nos questionar a necessidade de ter tanta coisa em primeiro lugar.</span></p>
<div class="text_exposed_show">
<p>“Travel can be a kind of monasticism on the move: On the road, we often live more simply, with no more possessions than we can carry, and surrendering ourselves to chance” – Pico Ayer</p>
<p>Joásio</p>
</div>
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